Caminhar pelas estradas de Sgolbertne é divertido e ao mesmo tempo desafiador. Nosso Reino nos proporciona aventuras todos os dias, não há como ter tédio nessas terras. Assim como eu, todos os aventureiros que decidiram seguir com a velha tradição – BEDA – enfrentamos vilões, como o Grande Crítico, e adversidades que são grandes e pequenas. Mas existe algo que todos nós temos em comum: o desafio de escrever quando não há inspiração.
Não é a tarefa mais simples escrever todos os dias. Alguns podem dizer que não ser nichado é mais tranquilo, você pode ir de receitas sobre poções até críticas de filmes, relatos de como foi o dia, sua roupa favorita para usar na segunda-feira... mas acredito que não é tão fácil assim. Não ter um nicho pode até "ajudar" a variar na criação de algo, mas as vezes isso lhe bloqueia ao invés de trazer liberdade.
Então, quando se está bloqueado, sobre o que escrevemos?
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Ora, os pergaminhos antigos da Biblioteca Eterna revelam: desde que o mundo é mundo, quando isso acontece, escrevemos sobre não escrever. Sobre como nos sentimos ou lidamos com isso. Escrevemos sobre estarmos bloqueados e as estratégias que usamos ou não para derrubar a barreira.
E esta Barda está passando pela dificuldade de encontrar algo para escrever. Tenho lamentado por minhas colegas aventureiras – Anya, Soh e Taemi – que tiveram suas casas destruídas pelo vilão Reggolb. Tenho esperança de que elas possam reconstruir ou encontrem um novo local para habitar, mas isso me deixou levemente desmotivada ao ponto de não conseguir pensar em quais palavras trazer para encantar os heróis, patrulheiros e andarilhos.
Na tentativa de transformar os sentimentos em arte, lhes escrevo que esta tem sido uma tarefa um pouquinho árdua, mas tudo bem. Nem sempre precisamos de estratégias ou ideias mirabolantes, a gente só se permite não escrever e assim, quando menos esperamos, a inspiração volta!
Mas se for para revelar um ✧truque✧, aqui vai o meu: ficar ociosa.
Na infância, quando estava entediada, minha imaginação criava histórias e cenários épicos que não apenas me distraiam, mas me divertiam! E é assim até hoje.
Mas não é um tédio/ócio programado, é quando canso de olhar para a tela em branco e decido fazer outra coisa não tão legal, como pendurar as roupas no varal depois de ficarem 3 horas na máquina de lavar, que um título surge e consequentemente, as palavras.
Então, queridos companheiros de campanha, quando sentirem que não há mais ideias para escrever e criar, que tal lavar uma louça?








Adorei o pensamento sobre o tédio! Inclusive de vez em quando eu penso que na infância eu tinha meus momentos de tédio onde realmente não havia NADA pra fazer, tipo, nada passando na TV (era pré netflix kkkk), nada programado com amigos, então tinha que inventar algo pra passar o tempo. Hoje parece que não sinto mais esses momentos de tédio e que muitas vezes me sinto é pressionado pela quantidade de opções e coisas pra fazer. De toda forma, me preocupou saber que sentir tédio é saudável, pq não acho que sinto muito isso mais hahahhahah Um abraço, continue escrevendo!
ResponderExcluirÉ muito louco como não saber o que escrever, apesar de desesperador, pode nos levar para um caminho delicioso da escrita, né... Isso de escrever sobre não escrever, claro, mas também escrever sobre nada, ou sobre um tudo que ainda não foi explorado. Afe, eu gosto muito!
ResponderExcluirApavorante o que Reggolb fez com nossas companheiras de estrada! Eu não o enfrento na minha escrita, mas fiquei com medo de acontecer o mesmo comigo, que loucura!
Ontem eu quase tretei com a minha amiga para ela deixar eu lavar a louça: “você não tá entendendo! EU PRECISO ESCREVER!”
ResponderExcluirEu estava escrevendo um texto sobre o roubo dos pergaminhos, nao tinha pensado em Reggolb pro nome do inimigo, achei interessante rs. Eu tinha apenas embaralhado as letras pra nomear outro personagem. Mas não vou dar spoilers. Acho que vai sair entre amanhã e sábado rs.
ResponderExcluirEu tenho achado interessante como mesmo sem saber sobre o que escrever? Posts estejam acontecendo. Nunca imaginei na vida que escreveria por 7 dias seguidos. E estamos quase lá.
Obrigada pelo carinho.