QUASE AURORA

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POR TRÁS DO BLOG



Quem é você fora do blog?
Uma mera clt que não aguenta mais pegar transporte público kkkkk. Tristezas à parte, eu acho que sou apenas uma pessoa comum vivendo uma vida comum. Trabalho, leio, faço um pouquinho de scrapbooking, vou ao cinema e fico bastante em silêncio.

Qual é a história por trás do seu blog?
Em 2015, me mudei do interior de Minas Gerais para Paraíba pela segunda vez. Diferente da primeira, eu queria dar oportunidade para gostar da cidade e construir uma nova vida aqui. Sabia que fazer um blog para compartilhar essa nova fase fazia muito sentido, então foi aí que decidi voltar a blogar. Após alguns meses escrevendo, eu deletei o conteúdo do blog e contratei uma designer pra deixá-lo mais arrumadinho, então eu conto que o Quase Aurora começou oficialmente a partir desse momento. 
Já tive muitos blogs, mas nenhum passou de um ano de existência, apenas esse que segue firme e forme há 10 anos. O objetivo dele foi mais do que cumprido e agora ele tem um significado mais especial na minha vida.

Como funciona seu processo criativo e escrita? Você tem algum ambiente criativo? (rotina com o blog, por exemplo)
Já me fizeram essa pergunta tantas e tantas vezes... Sempre digo que não tenho um processo criativo porque a vida em si já é minha grande inspiração. Os acontecimentos que vivo e os sentimentos que me despertam são os grandes influenciadores para escrever sobre os mais variados assuntos, então quando a ideia surge, pego o que estiver ao alcance e começo a esboçar o post. 
Acho que meu quarto é meu ambiente de ideias, ele é composto de tudo aquilo que faz meus olhos brilharem, então ajuda muito, mas eu gosto de escrever na sala de jantar, acho que a luz que ilumina ajuda meus pensamentos a serem processados de uma forma mais limpa.

Um fato aleatório que você considera intrigante. (literalmente, qualquer coisa)
Na natureza as girafas dormem uma média de quatro horas por dia. Por serem alvo fácil de predadores, elas dão pequenos cochilos ao longo do dia, e a maioria desses cochilos são feitos em pé. Desde que descobri isso sinto uma tristeza por elas.

Indique um ou mais blogs e compartilhe o que mais gosta neles.
Você que está lendo e tem blog, sinta-se intimado a responder!

Se você pudesse recomendar apenas uma coisa, o que recomendaria? (fazer um hobby, viagem favorita, livro que te marcou muito)
Minha recomendação é um conselho: as vezes, para realizar alguns sonhos, a gente precisa meter o louco e não pensar muito.

Essa é a primeira tag oficial do EntreBlogs e eu amei! Espero que a mente dos organizadores elabore muitas outras pra gente responder ao longo do ano.

| Esse post faz parte da série de publicações do BEDA. Post todos os dias às 8h da manhã 😉




NÃO SEREI NADA ALÉM

I wanna be defined by the things that I love
Not the things I hate
Not the things I'm afraid of
Not the things that haunt me in the middle of the night
I just think that
You are what you love


A tarefa mais difícil quando se trata de criar – pra mim – é manter a essência de quem eu sou, sem me preocupar com o que irão pensar. Porque antes de compartilhar com alguém, estou compartilhando com a cientista maluca que mora na minha cabeça. E trabalhar com criatividade é olhar única e exclusivamente para o meu trabalho sem me preocupar com a forma que outros estão fazendo, porque no final do dia, os pés que me levam rumo ao "pote de ouro", são os meus.

Então todos os dias reforço comigo mesma: não serei nada além do que realmente sou, com meus gostos, dramas e amores.




ABANDONEI O LIVRO

Outubro de 2025, estava na Bienal PE, animadíssima na fila do stand da Editora Flyve para comprar minha caixa misteriosa e quem sabe, ganhar um Kindle. Não foi minha sorte, mas ao abrir a caixa me deparei com um livro de capa bonita e sinopse interessante, logo pensei que iria gostar bastante e estaria envolvida em uma série - já que era o livro 1.

Fevereiro de 2026, resolvo ler o livro e começo a achar que minha visão tinha piorado drasticamente. COMO ASSIM AS LETRAS ESTÃO TORTAS? 30 páginas nessa agonia para então perceber que houve uma falha no corte dos cadernos e o livro ficou totalmente torto! Coisa de milímetros, mas faz muita diferença na vida de um leitor.

Como se não bastasse isso, foram 30 páginas torturantes achando que a história estava muito ruim. Tentei mais 24 paginas e por fim, abandonei. E isso, caros leitores, é algo extremamente raro de acontecer. Geralmente vou até o fim na esperança de que melhore, mas esse livro... a história de alguma forma parecia vazia e as falas de Poseidon, um ser tão grandioso, estavam fracas! A protagonista não me cativou e nas 58 páginas lidas - de 300 e pouco - tudo parecia não estar encaixando.

Não sou uma leitora exigente, relevo furos, plot de traição, ordem cronológica bagunçada, engulo até a chata da Nestha de Acotar, mas sem condições esse livro! O bloqueio foi imediato e ele voltou para a estante. Em breve encontrará seu lugar no sebo e no coração de alguém que vá se encantar, mas eu não sou essa pessoa.

Dito isso: sou totalmente a favor de abandonar uma história quando ela não faz sentido pra você. Não importa quantos dinheiros o livro custou, não tem uma arma apontada para sua cabeça lhe obrigando a esta tortura, SÓ DEIXA PRA LÁ E VÁ LER ALGO LEGAL! A vida é muito curta e existem muitos livros no mundo, bora aproveitar.

| Esse post faz parte da série de publicações do BEDA. Post todos os dias às 8h da manhã 😉





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