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ESCREVER PRA QUEM A GENTE AMA

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Eu me inspiro em pessoas, lugares, histórias alheias, em canções e na composição da vida para criar textos e contos que as vezes são belos e outras vezes parecem uma tragédia de coração partido. E ao longo dos anos em que crio de forma meio poética, minha irmã pede para escrever algo pensado nela, querendo ser uma espécie de musa.

Mas é difícil escrever pra quem a gente ama. Você nunca sabe como ela irá reagir com as palavras e sentimentos apresentados de forma tão vulnerável. Então de um jeito meio covarde, mas também com uma pequena coragem, opto por não tecer sobre ela, sobre essa musa que está à procura de um artista.

Escrever até pode ser uma maneira de expressar todo caos e beleza, mas não escrever também é preservar algo bonito apenas no imaginário da mente.

| Esse post faz parte da série de publicações do BEDA. Post todos os dias às 8h da manhã 😉






PENSEI DEMAIS

Escutei toda explicação, entendi cada um dos pontos e disse "não fico chateada com isso, muito pelo contrário, até gradeço por me dizer tudo exatamente como é. não faz sentido me aborrecer por algo assim", mas ao longo do dia... Fui pensando mais e mais e mais e mais e mais e mais. As caraminholas venceram? Estou ficando paranoica com isso? Não foi uma explicação com embasamento? Então porque danados estou chateada?!

Porque lá no fundo, eu queria ser reconhecida de alguma forma.
Mas como dizem por aí, o que é nosso está guardado e uma hora nos encontra.




REVISITAR MEMÓRIAS

Hold on to the memories 
They will hold on to you

Entre as muitas frases das inúmeras canções de Taylor Swift, algumas ficam cravadas em meu ser e o trecho acima de New Year's Day é uma dessas. Como sou apegada às minhas memórias, inclusive, tenho uma caixa onde guardo objetos que fizeram parte de momentos importantes e felizes ao longo dos anos, acho que vale muito a pena ter um post apenas de apreciação de algumas memórias guardadas nos drives.

Das muitas fotos que tenho com minha mãe, essa é uma das minhas favoritas! Acredito que foi em 2017 ou 2018, tenho problemas com datas. Lembro que fomos almoçar no Mag Shopping, que fica de frente à orla de Manaíra, e fizemos essa foto ao sair.




A nossa primeira viagem internacional e também primeira viagem completamente sozinhas, sem nenhum conhecido para ajudar em qualquer coisa. Foi meu presente de formatura e quase dez anos depois, ainda falo dela como se fosse ontem. Existem conquistas que precisam ser celebradas mesmo após muitos anos, pois elas nos lembram que nossos sonhos se realizam!

A gorduca é também uma saudade eterna no meu coração! Ela foi a primeira foto do meu primeiro iPhone, um 7 plus que resiste aos trancos e barrancos até hoje kkkkk. Muitas pessoas, inclusive meu pai, me falam para abrir mão dele porque está bem velho e com a tela toda trincada, e eu também penso em aposentá-lo em breve, mas quando penso na quantidade de coisas que esse celular viveu... sei lá, sou apegada mesmo.

E Deus me livre de uma vida sem gatos! Ela seria monótona e vazia. A Chanel pode ter partido para o descanso, mas em seus 12 anos de vida nos proporcionou muitas alegrias, fez várias viagens de carro, lotou minha galeria e deixou um pedacinho seu com a gente, o Bombom. 

Essa foto de Kat e Karen no aniversário da minha irmã é minha foto favorita da festa. Sei lá, de alguma forma ela capturou a essência da amizade das duas, da festa, da energia... só acho bela! Mas de alguma forma estranha, ela me lembra muito Daisy Jones & The Six kkkkkkk não me pergunte o porquê.
 
A primeira vez em Fortaleza, 2018 se não me engano. Foi uma cidade que me surpreendeu e ter amigos da família morando lá também facilitou muito as visitas que vieram depois.
Agora eles não moram mais lá, mas penso em voltar à cidade para matar a saudade e observar o que mudou de 2021 pra cá.
Viajar é uma das minhas maiores alegrias e seja dois dias ou dois meses, na cidade ao lado ou cruzando o ocenao, fechar minhas malas e fazer memórias em outro cenário é algo que me deixa mega energisada! Minha mãe costumava dizer que se eu fosse rica estaria gastando minha fortuna em viagens e bom... ela não estava errada. Só pobre isso já acontece, imagina rica! kkkkk

Apesar de não ser uma pessoa praiana, sempre gostei muito da ideia de fotos aesthetic na praia. É uma vibe, sabe? E as minhas favoritas são sempre as que faço com minha irmã, de maneira despretensiosa ou não, mas essa foto quem fez foi minha mãe com seu desejo de registrar tudo — talvez eu tenha puxado isso dela.


Eu poderia escolher mil fotos diferentes da realização de mais um sonho, mas esse dia foi o primeiro em que saí de casa depois de uma semana mega doente. Faltava pouco para minhas aulas do intercâmbio começarem e minha tia me levou para andar pelo bairro da escola em que minha prima estudava. Naquela tarde, eu fiquei completamente encantada com as casas! Foi quando tive o estalo de que meu tão esperado sonho estava acontecendo na vida real. Estava em êxtase puro e imediatamente comecei a mandar fotos para minha mãe.

Me agarro a essas e tantas outras memórias não porque elas fazem parte apenas de realizações pessoais, mas porque são lembranças dos dias comuns e dos dias extraordinários mostrando que a vida ainda é maravilhosa.

| Esse post faz parte da série de publicações do BEDA. Post todos os dias às 8h da manhã 😉




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