| quando o dia chegar e eu fizer 32, pra ela sempre terei 27. os três meses que vieram depois, eu sei que lhe aproveitei ao máximo assim como todos os anos antes. |
tudo que há para se sentir
para o beda acontecer
Escrevi trocentas mil vezes aqui que o BEDA está acontecendo no mês mais caótico do trabalho. Não tem sido uma das tarefas mais fáceis, principalmente quando chego tarde do trabalho e lembro que não fiz o post de amanhã! Porém, para sair quase perfeito, precisei organizar algumas coisas.
Aproveitar os picos de criatividade | Sempre que uma onde de ideias me afoga, aproveito para nadar até o fundo desse oceano. Abro a página de postagem e já começo a digitar tudo que brota na minha mente e assim o post vai nascendo. As vezes uma ideia se sobrepõe à outra e acabo parando no meio do caminho de um para fazer outro, mas no fim dá certo.
Só consegui chegar até aqui por conta desses picos que me ajudaram a rascunhar e programar muitas coisas que apareceram por aqui. Foram poucos os posts que fiz de um dia para o outro.
Fazer rascunhos nas notas | No trabalho é inviável visitar blogs ou até mesmo abrir a plataforma do blogger. Minha máquina tem acesso liberado para tudo porque sou a comunicação da empresa, mas não quero abusar da liberdade concedida para poucos, então acabo rascunhando as ideias que surgem nas anotações do outlook. Fazer isso me deixa mais tranquila de não perder algo.
Algumas vezes anoto o tema do post, alguns pontos ou escrevo o post inteirinho, deixando apenas para fazer as devidas correções em casa. Opto por não fazer mais do que isso no trabalho porque não gosto de misturar as coisas, sou metódica e tenho algumas manias para escrever aqui.
Ler blogs apenas no final de semana | Com a rotina puxada e minha energia concentrada em trabalhar e criar para cá, não consigo me concentrar da maneira que gosto na leitura dos blogs que sigo, então aos sábados (quando não tenho aula) ou domingos (quando tenho aulas aos sábados), tiro umas três horas apenas para ler, absorver e comentar com calma.
Quando chego em casa me sentindo não tão cansada, consigo abrir um post ou dois...
Ter um dia para responder os comentários | Seguindo a mesma lógica da leitura dos blogs, nem sempre consigo responder os comentários que estão aparecendo aqui. Alguns dias, no meu horário de almoço, abri o blog no celular e fui conferir/responder, mas realmente preciso fazer isso em um único dia.
Detesto responder alguém de forma apressada, sem pensar direito no que estou escrevendo. Acho que a minha organização e dedicação para esse momento vale muito mais do que ser imediatista.
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Essa tem sido a minha organização. É simples, mas funciona dentro da rotina dessa clt que só quer que o mês acabe! kkkkry
| Esse post faz parte da série de publicações do BEDA. Post todos os dias às 8h da manhã 😉
meu jeito de escrever
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Aos que sabem e aos que não, faço pós-graduação em Escrita Criativa. Tem pouco tempo, comecei no finalzinho de janeiro, nesse período tenho apenas duas disciplinas e as aulas são quinzenais. Mesmo com tão pouco, tenho minha aula favorita, a de Laboratório – onde colocamos em prática durante as aulas aquilo que estamos aprendendo. Escrevemos, lemos para todos e temos um feedback do professor.
Se eu não gostasse de escrever, seria complicado.
E nessa aula não se pode ter vergonha, é preciso ser vulnerável e falar em voz alta suas palavras, mesmo que não seja o melhor texto do mundo ou que, na sua concepção, exista um aluno que escreve extraordinariamente bem – bem melhor que você.
Apesar disso, essa é minha aula favorita porque preciso sair da zona de conforto, preciso me expor, preciso estar aberta a receber reações dos outros alunos ou não, preciso ouvir com atenção o professor dizer que faltou algo ou que não exatamente a proposta do exercício. Mas também não devo me sentir demais com os comentários positivos, é necessário um equilíbrio, para que assim, eu me torne exatamente o que pretendo ser.
E foram nessas aulas, com essas percepções, que comecei a analisar meu jeito de escrever.
Não importa se o professor pede um elemento mágico, se é baseado em fatos reais etc, eu sempre coloco um elemento meio poético e sempre há um leve salpicar de fantasia. Gosto dessa maneira em que as palavras parecem uma dança diante dos meus olhos e sob os meus dedos, faz sentido pra minha cabeça e talvez eu esteja definindo o estilo de autora que serei.
Talvez seja cedo demais para afirmar, mas acredito que me encontrei como ~futura~ autora.
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