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DESACELERAR O CORPO

Não sei bem quando, muito menos em qual lugar dessa vastidão que é a internet, mas em algum lugar eu li que: essa correria desenfreada que vivemos está relacionada a sermos mais eficientes e produtivos, "economizando" tempo em nossas rotinas. Vi que isso também está relacionado a um sinal de ansiedade e afeta nosso corpo de maneira extremamente negativa, ao ponto do nosso corpo estar sempre em modo acelerado.

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Isso me deixou bem reflexiva, pois fiquei pensando na quantidade de coisas que faço exatamente com esse propósito. E ao me analisar, todas as vezes que precisei desacelerar pequenas atitudes, notei meus batimentos mais rápidos, a respiração mais cansada e o corpo dolorido.

Há momentos em que minha rotina de trabalho é muito intensa e sinto que as horas não são suficientes, são como areia escorrendo por meus dedos, então ao escovar os dentes após o almoço, preciso dizer: Respira, dona Karina! Escovar os dentes não precisa ser na velocidade 2.

E é exatamente nesse momento, trancada no banheiro do trabalho, que faço meu corpo desacelerar. Respiro com mais calma e as vezes até sento no vaso sanitário para passar o fio dental com tranquilidade. Como se eu quisesse aproveitar aquele instante e roubar algo que sempre foi meu, mas por motivo desconhecido foi tomado.

Não é uma tarefa fácil! Infelizmente, em algum momento da minha jornada, desenvolvi uma ansiedade que antes não tinha, era apenas aquela normal do ser humano. Hoje em dia, meu corpo fica todo tensionado, minha coluna dá pequenas travas e quando menos espero, minha bexiga está explodindo porque resolvi "economizar" tempo e não ir no banheiro na hora.

Foi horrível ter essa percepção das minhas atitudes e comportamentos porque eu sempre defendi - e ainda defendo - a vida com calma no meio da correria. Então assim... que hipocrisia, né mona?!

Minha rotina durante a semana é tão corrida, que tenho apenas duas horas livres - e isso me aflige! Então é "natura"l que em muitos momentos eu queira acelerar para aproveitar ao máximo, mas como essa nunca foi a minha filosofia de vida, estou nessa luta para readaptar meu corpo ao padrão de fábrica: mais tranquilo e descansado.


| Esse post faz parte da série de publicações do BEDA. Post todos os dias às 8h da manhã 😉





O SEGREDO É VITAMINA C

Uma das minhas batalhas durante os vinte e poucos anos era minha pele. Eu queria muito diminuir minhas manchas de espinhas, ter uma textura melhor e ficar com um viço bonito. Foi aos poucos, aprendendo sobre skincare e me dispondo a testar produtos, que finalmente alcancei a vitória e hoje em dia "sua pele é tão bonita" é meu elogio favorito, me arranca um sorrisão!

E geralmente me perguntam qual o segredo e digo que são coisas simples: dormir bem, me manter hidratada e protetor solar. Claro que tem outras coisas envolvidas, mas quando uma dessas se descontrola, minha pele fica uma porcaria! Além disso, tem o fator genética, já que os genes negos e indígenas da família influenciaram muito no envelhecimento da pele de todos.

Mas tem um ativo que realmente fez milagres na minha pele: a vitamina C.

Já testei diversos produtos com ela – sabote, creme para área dos olhos, hidratante, esfoliante, sérum e por aí vai... Atualmente estou usando pela segunda vez o hidratante da Océane.

O creme possui três ativos: vitamina C, ácido hialurônico e niacinamida, que juntos hidratam de maneira profunda a pele, além de iluminarem, suavizar manchas e previne os sinais do tempo. E gente, garanto a vocês, funciona! Usei durante os meses de novembro-janeiro e minha pele ficou com um viço tão maravilhoso, que foi o período em que mais recebi elogios kkkk.


Tem uma textura cremosa que se espalha facilmente na pele e é absorvido rapidamente. Infelizmente minha pele é um pouco sensível quando misturo produtos de algumas marcas, às vezes não bate e me dá uma leve coceira, esse por exemplo, ainda não achei um protetor solar que não dê conflito, mas já usei junto com outros produtos e foi tranquilo.

No site ele custa uma média de R$60, mas já comprei em promoção por R$30, então é só ficar acompanhando tanto o site da marca quanto na Amazon. Até o momento não testei muitos produtos da Océane, mas os poucos ficaram com feedbacks positivos.


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EU PRECISO DE UMA REDE DE FOTOS

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Já estão sabendo da novidade? Na verdade é um pouco notícia velha, mas nas últimas semanas percebi um aumento de debate sobre o assunto: o Instagram vai passar pela milésima mudança e com isso – resumindo bem a notícia – se tornará mais parecido com o TikTok. O foco, mais do que nunca, serão os vídeos e os produtores de conteúdo que lutem para fazerem carrosséis que prendam atenção dos seguidores.

Essa notícia foi como um banho de água fria em meus ombros. Não que eu continue trabalhando com redes sociais, mas gosto de criar um conteúdinho vez ou outra, principalmente carrosséis. Além disso, ajudo minha irmã com seu perfil de psicologia, pois a gata está nos últimos meses da graduação e já está compartilhando suas coisinhas, mas como não gosta de aparecer em vídeo, os estáticos são a saída.

Só que agora parece que o tiro saiu pela culatra. Ai de nós que gostamos de estático.

Se as coisas já não eram como antes, agora é que não terão a possibilidade de voltar a ser. Sinto muita falta de entrar naquela rede social e ver fotos de comida, um flatlay bonito, o cachorro da vizinha com a língua pra fora, uma viagem pro Camboja... Quero voltar a ver coisas assim e interagir com esse tipo de post. Estou cansada de vídeos em todas as redes sociais!

Entendo todo o lance de ser melhor que a concorrência, se adaptar as novas mudanças e comportamentos da geração, mas a gente tem consumido tanto vídeo rápido que a sensação que tenho é de vazio, de insaciedade infinita. E tudo bem, eu posso simplesmente escolher não estar nesses lugares, mas escolho estar e desejando acompanhar coisas de maneira estática.

Todas as mudanças do Instagram me deixam mais e mais revoltada. É por isso que de tempos em tempos me afasto dela desativando tudo, seguindo poucas pessoas e postando cada vez menos. Gosto de estar lá compartilhando minhas coisinhas e odeio o fato de que, dependendo da profissão, a gente precisa estar ativo para ganhar dinheiro, mas fala sério, não era pra ser assim!

Quem vou culpar? O capitalismo? Ou a todos nós que começamos a aceitar passivamente cada mudança e não boicotamos esse aplicativo? Sei lá. Não consigo nem finalizar meu raciocínio da revolta, só sei que quero uma rede social de fotos.


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