Hold on to the memories
They will hold on to you
Entre as muitas frases das inúmeras canções de Taylor Swift, algumas ficam cravadas em meu ser e o trecho acima de New Year's Day é uma dessas. Como sou apegada às minhas memórias, inclusive, tenho uma caixa onde guardo objetos que fizeram parte de momentos importantes e felizes ao longo dos anos, acho que vale muito a pena ter um post apenas de apreciação de algumas memórias guardadas nos drives.
Das muitas fotos que tenho com minha mãe, essa é uma das minhas favoritas! Acredito que foi em 2017 ou 2018, tenho problemas com datas. Lembro que fomos almoçar no Mag Shopping, que fica de frente à orla de Manaíra, e fizemos essa foto ao sair.
A nossa primeira viagem internacional e também primeira viagem completamente sozinhas, sem nenhum conhecido para ajudar em qualquer coisa. Foi meu presente de formatura e quase dez anos depois, ainda falo dela como se fosse ontem. Existem conquistas que precisam ser celebradas mesmo após muitos anos, pois elas nos lembram que nossos sonhos se realizam!
A gorduca é também uma saudade eterna no meu coração! Ela foi a primeira foto do meu primeiro iPhone, um 7 plus que resiste aos trancos e barrancos até hoje kkkkk. Muitas pessoas, inclusive meu pai, me falam para abrir mão dele porque está bem velho e com a tela toda trincada, e eu também penso em aposentá-lo em breve, mas quando penso na quantidade de coisas que esse celular viveu... sei lá, sou apegada mesmo.
E Deus me livre de uma vida sem gatos! Ela seria monótona e vazia. A Chanel pode ter partido para o descanso, mas em seus 12 anos de vida nos proporcionou muitas alegrias, fez várias viagens de carro, lotou minha galeria e deixou um pedacinho seu com a gente, o Bombom.
Essa foto de Kat e Karen no aniversário da minha irmã é minha foto favorita da festa. Sei lá, de alguma forma ela capturou a essência da amizade das duas, da festa, da energia... só acho bela! Mas de alguma forma estranha, ela me lembra muito Daisy Jones & The Six kkkkkkk não me pergunte o porquê.
A primeira vez em Fortaleza, 2018 se não me engano. Foi uma cidade que me surpreendeu e ter amigos da família morando lá também facilitou muito as visitas que vieram depois.
Agora eles não moram mais lá, mas penso em voltar à cidade para matar a saudade e observar o que mudou de 2021 pra cá.
Viajar é uma das minhas maiores alegrias e seja dois dias ou dois meses, na cidade ao lado ou cruzando o ocenao, fechar minhas malas e fazer memórias em outro cenário é algo que me deixa mega energisada! Minha mãe costumava dizer que se eu fosse rica estaria gastando minha fortuna em viagens e bom... ela não estava errada. Só pobre isso já acontece, imagina rica! kkkkk
Apesar de não ser uma pessoa praiana, sempre gostei muito da ideia de fotos
aesthetic na praia. É uma vibe, sabe? E as minhas favoritas são sempre as que faço com minha irmã, de maneira despretensiosa ou não, mas essa foto quem fez foi minha mãe com seu desejo de registrar tudo — talvez eu tenha puxado isso dela.
Eu poderia escolher mil fotos diferentes da realização de mais um sonho, mas esse dia foi o primeiro em que saí de casa depois de uma semana mega doente. Faltava pouco para minhas aulas do intercâmbio começarem e minha tia me levou para andar pelo bairro da escola em que minha prima estudava. Naquela tarde, eu fiquei completamente
encantada com as casas! Foi quando tive o estalo de que meu tão esperado sonho estava acontecendo na vida real. Estava em êxtase puro e imediatamente comecei a mandar fotos para minha mãe.
Me agarro a essas e tantas outras memórias não porque elas fazem parte apenas de realizações pessoais, mas porque são lembranças dos dias comuns e dos dias extraordinários mostrando que a vida ainda é maravilhosa.
| Esse post faz parte da série de publicações do BEDA. Post todos os dias às 8h da manhã 😉