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Aos que sabem e aos que não, faço pós-graduação em Escrita Criativa. Tem pouco tempo, comecei no finalzinho de janeiro, nesse período tenho apenas duas disciplinas e as aulas são quinzenais. Mesmo com tão pouco, tenho minha aula favorita, a de Laboratório – onde colocamos em prática durante as aulas aquilo que estamos aprendendo. Escrevemos, lemos para todos e temos um feedback do professor.
Se eu não gostasse de escrever, seria complicado.
E nessa aula não se pode ter vergonha, é preciso ser vulnerável e falar em voz alta suas palavras, mesmo que não seja o melhor texto do mundo ou que, na sua concepção, exista um aluno que escreve extraordinariamente bem – bem melhor que você.
Apesar disso, essa é minha aula favorita porque preciso sair da zona de conforto, preciso me expor, preciso estar aberta a receber reações dos outros alunos ou não, preciso ouvir com atenção o professor dizer que faltou algo ou que não exatamente a proposta do exercício. Mas também não devo me sentir demais com os comentários positivos, é necessário um equilíbrio, para que assim, eu me torne exatamente o que pretendo ser.
E foram nessas aulas, com essas percepções, que comecei a analisar meu jeito de escrever.
Não importa se o professor pede um elemento mágico, se é baseado em fatos reais etc, eu sempre coloco um elemento meio poético e sempre há um leve salpicar de fantasia. Gosto dessa maneira em que as palavras parecem uma dança diante dos meus olhos e sob os meus dedos, faz sentido pra minha cabeça e talvez eu esteja definindo o estilo de autora que serei.
Talvez seja cedo demais para afirmar, mas acredito que me encontrei como ~futura~ autora.
| Esse post faz parte da série de publicações do BEDA. Post todos os dias às 8h da manhã 😉

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