QUASE AURORA : O QUE NOS TROUXE AQUI

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O QUE NOS TROUXE AQUI

Inaugurado em outubro de 2025, no antigo Palácio da Redenção, prédio que foi restaurado para abrigar o museu, nasceu um ambiente que preserva a história, política e cultura paraibana no meio do Centro Histórico da capital João Pessoa.

Minha visita ao Museu de História da Paraíba era muito desejada e aconteceu de forma despretensiosa. Estava tomando café da manhã com uma amiga quando ela me convidou para conhecer o museu junto com seus outros amigos. Eu estava em um daqueles dias em que queria apenas absorver o que acontecia ao meu redor, então não fiz muitos registros.

O museu funciona de terça a domingo, das 9h às 17h com visitas guiadas em horário fixo e entrada gratuita.



O museu abriga um acervo que conta cronologicamente a história política, social e cultural do estado, além de contar com duas exposições temporárias e obras de artistas brasileiros. No dia da minha visitação, havia uma exposição de Ariano Suassuna e exposição de totens multimídia, curadoria de Flávio Brito, pesquisador e membro do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano. O espaço era interativo, apresentando personalidades que foram referência de arte e cultura que marcaram a história do estado.


Painel de azulejos portugueses de 1912, fazendo referência ao início das navegações de Portugal.

No museu há um espaço dedicado à Revolução de 1930, marcada pelo assassinato do governador da época, João Pessoa, e ascensão de Getúlio Vargas. Durante esse momento da visitação, nós aprendemos a história por trás da bandeira paraibana.


Não sei se é uma exposição fixa e nem me recordo a quem remete o quadro da imagem, mas no dia dessa visita, admiramos o acervo das obras de Assis Chateaubriand, Candido Portinari e Pedro Américo. 

Em um dos vlogs que fiz para o canal tem mais detalhes desse dia e do museu, mostrando as Salas Paraibanidades, que abrigam registros cartográficos dos séculos XVI e XVII quando a capital era chamada de Frederica - durante a ocupação holandesa -, além dos móveis e louças preservados da época.


A visita é mais do que obrigatória, não apenas para os turistas, mas para os locais que assim como eu, carecem de conhecer a história que nos trouxe até aqui, na cidade em que o sol nasce primeiro.




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