QUASE AURORA

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ABANDONEI O LIVRO

Outubro de 2025, estava na Bienal PE, animadíssima na fila do stand da Editora Flyve para comprar minha caixa misteriosa e quem sabe, ganhar um Kindle. Não foi minha sorte, mas ao abrir a caixa me deparei com um livro de capa bonita e sinopse interessante, logo pensei que iria gostar bastante e estaria envolvida em uma série - já que era o livro 1.

Fevereiro de 2026, resolvo ler o livro e começo a achar que minha visão tinha piorado drasticamente. COMO ASSIM AS LETRAS ESTÃO TORTAS? 30 páginas nessa agonia para então perceber que houve uma falha no corte dos cadernos e o livro ficou totalmente torto! Coisa de milímetros, mas faz muita diferença na vida de um leitor.

Como se não bastasse isso, foram 30 páginas torturantes achando que a história estava muito ruim. Tentei mais 24 paginas e por fim, abandonei. E isso, caros leitores, é algo extremamente raro de acontecer. Geralmente vou até o fim na esperança de que melhore, mas esse livro... a história de alguma forma parecia vazia e as falas de Poseidon, um ser tão grandioso, estavam fracas! A protagonista não me cativou e nas 58 páginas lidas - de 300 e pouco - tudo parecia não estar encaixando.

Não sou uma leitora exigente, relevo furos, plot de traição, ordem cronológica bagunçada, engulo até a chata da Nestha de Acotar, mas sem condições esse livro! O bloqueio foi imediato e ele voltou para a estante. Em breve encontrará seu lugar no sebo e no coração de alguém que vá se encantar, mas eu não sou essa pessoa.

Dito isso: sou totalmente a favor de abandonar uma história quando ela não faz sentido pra você. Não importa quantos dinheiros o livro custou, não tem uma arma apontada para sua cabeça lhe obrigando a esta tortura, SÓ DEIXA PRA LÁ E VÁ LER ALGO LEGAL! A vida é muito curta e existem muitos livros no mundo, bora aproveitar.

| Esse post faz parte da série de publicações do BEDA. Post todos os dias às 8h da manhã 😉





SOBRE AS 32 COISAS

O tempo está passando na velocidade da luz e falta pouquíssimo tempo para meu aniversário de 32 anos, o que me deixa levemente pressionada com minha lista de 32 coisas antes do dia 05/05. Vejamos o que risquei até o momento.

leia o post completo aqui

Entrar na pós-graduação de Escrita Criativa — não consigo acreditar que realizei isso! Foi no final de janeiro que iniciei as aulas na NESPE, a única instituição em que eu gostaria de fazer essa especialização e até o momento estou amando as aulas, minha cabeça se expande cada vez mais com o processo de escrita e seus conhecimentos. Nesse primeiro semestre temos aula de Fundamentos da Ficção e Laboratório - onde colocamos a escrita em prática enquanto vamos aprendendo. Até o momento foram quatro livros lido e toda aula os professores encerram pedindo mais um.

Escrever um conto para treinar minhas habilidades de escrita — isso foi mais fácil do que eu imaginava, afinal, é algo que treinamos bastante nas aulas de laboratório. Recentemente tivemos que escrever um conto de uma página sobre leveza e peso. Cada um dos meus contos foi de meia página e se complementavam, mas gostei tanto da minha ideia inicial que estou estruturando melhor a história e quem sabe não publico? Fica aí no ar...

Fazer uma pergunta guia para meu ano — a pergunta não foi propriamente feita, mas encontrei uma palavra para definir minha vida a partir da minha nova idade. É algo que sei que preciso há um tempo e se tornou mais importante agora, então a pergunta foi criada a partir dela. Em breve compartilho com vocês o que é, ainda estou correndo atrás, trabalhando pouco a pouco a pergunta/resposta.

Desapegar de algo que já não conversa comigo — roupas foram meu desapego. Todo ano faço uma limpa no meu guarda-roupa para doações, mas dessa vez a limpeza foram de peças que já não conversam com a mulher que estou me tornando e vou confessar, foi difícil deixar algumas peças partirem... Nenhuma mudança é simples, né? 

Fazer um dos cursos que sempre fico adiando quando coloquei curso na lista, confesso que imaginava algo como cerâmica, mas acabou sendo a natação. Fiz um mês de aula e gostei bastante, porém, se tornou muito puxado para minha rotina e a escola era bem distante da minha casa, então estava gastando mais com Uber do que o valor da mensalidade!! Acabei não renovando o pacote, mas não só por isso, não gostei da administração da escola, achei bagunçada - vou até remover meu elogio do Google kkkk. Planejo voltar com as aulas daqui um tempo já que senti os efeitos imediatos e sei que a longo prazo será ótimo pra mim!

Por enquanto é isso, poucas coisas, mas acho que foram as mais importantes.

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ESCREVER PRA QUEM A GENTE AMA

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Eu me inspiro em pessoas, lugares, histórias alheias, em canções e na composição da vida para criar textos e contos que as vezes são belos e outras vezes parecem uma tragédia de coração partido. E ao longo dos anos em que crio de forma meio poética, minha irmã pede para escrever algo pensado nela, querendo ser uma espécie de musa.

Mas é difícil escrever pra quem a gente ama. Você nunca sabe como ela irá reagir com as palavras e sentimentos apresentados de forma tão vulnerável. Então de um jeito meio covarde, mas também com uma pequena coragem, opto por não tecer sobre ela, sobre essa musa que está à procura de um artista.

Escrever até pode ser uma maneira de expressar todo caos e beleza, mas não escrever também é preservar algo bonito apenas no imaginário da mente.

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